Crise hídrica

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Secas, racionamento e o que fica de lição depois de cada crise.

A diferença entre os três índices usados no Sistema Cantareira, o que cada um mede e por que o Índice 2 é o único comparável com os outros sistemas.

Índice 1, Índice 2 e Índice 3: qual número olhar na Cantareira

A mesma represa pode aparecer com 60%, 46% ou 30% no mesmo dia, dependendo da conta. Nenhum dos números está errado. Veja o que cada um mede e qual deles serve para comparar.

Retrospectiva da crise hídrica de 2014 e 2015 em São Paulo: o volume morto, o bônus na conta, a redução de pressão e as lições que ficaram.

A crise de 2014: o ano em que São Paulo viu o fundo da represa

Em 2014 a Cantareira chegou a 8,2% e a Sabesp começou a bombear o volume morto. Dez anos depois, vale relembrar o que aconteceu, o que funcionou e o que ficou por fazer.

Por que São Paulo enfrenta escassez de água mesmo com chuva abundante: onde a chuva cai, a diferença entre chover na cidade e chover na represa e o peso da população.

Por que falta água em São Paulo se chove tanto?

Chove mais em São Paulo do que em Londres. Ainda assim, a cidade já viveu racionamento. A resposta está em três coisas: onde chove, quando chove e quanta gente divide a mesma água.

Em 15 de maio de 2014, depois de vários dias de queda no nível da água, o Sistema Cantareira chegou a apenas 8,2%, o que correspondia a cerca de 80,5 milhões de m³ de água.

Sistema Cantareira - Um ano depois do volume morto

Um ano depois do início do uso do volume morto no Sistema Cantareira, o que mudou no nível de água e nas medidas da Sabesp.

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