Seis represas, um túnel de 48 km e uma estação de tratamento que sozinha entrega água para milhões de pessoas. Entenda por que tudo em São Paulo gira em torno da Cantareira.
São Paulo começou bebendo de riachos que hoje correm debaixo do asfalto. Em menos de dois séculos, a cidade teve que ir buscar água cada vez mais longe. Esta é a história dessa corrida.
Chove mais em São Paulo do que em Londres. Ainda assim, a cidade já viveu racionamento. A resposta está em três coisas: onde chove, quando chove e quanta gente divide a mesma água.
A água que você usa hoje de manhã saiu de uma represa que pode estar a 100 km de casa. Sete sistemas, 22 represas e alguns milhares de quilômetros de tubulação depois, ela chega. Veja o caminho completo.
Um ano depois do início do uso do volume morto no Sistema Cantareira, o que mudou no nível de água e nas medidas da Sabesp.