Equipe Nível Água

Equipe Nível Água
Equipe Nível Água

Quem cuida do site e dos dados

Somos a equipe que mantém o Nível Água São Paulo no ar desde a crise de 2014, publicando todos os dias o nível dos sete sistemas que abastecem a Grande São Paulo.

O Nível Água São Paulo nasceu em 2014, no meio da pior crise hídrica que a Grande São Paulo já viveu. Naquele ano, acompanhar o nível da Cantareira virou rotina para muita gente, e a informação estava espalhada em boletins difíceis de ler. A ideia foi simples: pegar os números que a Sabesp publica todos os dias e mostrar de um jeito que qualquer pessoa entenda, com gráfico, histórico e comparação entre os sistemas.

Desde então o site é atualizado diariamente, de forma automática, a partir dos boletins de mananciais da Sabesp. Guardamos a série histórica de cada sistema e de cada represa, o que permite comparar o nível de hoje com o de ontem, com o do mês passado e com o mesmo período de anos anteriores. É esse acervo que sustenta os textos publicados aqui.

Não somos jornal, não vendemos água e não temos nenhuma relação com a Sabesp nem com o governo do estado. Quando escrevemos sobre uma decisão de outorga, sobre a transposição do Jaguari ou sobre o volume morto, a intenção é explicar o que aquilo muda na conta de quem abre a torneira em casa.

Erro, número estranho, sugestão de assunto: escreva para a gente. Corrigimos rápido e damos crédito a quem avisou.


Artigos do autor

Como funciona o Sistema Cantareira: as seis represas, os túneis, a ETA Guaraú e por que este é o sistema mais importante da Grande São Paulo.

Como funciona o Sistema Cantareira, represa por represa

Seis represas, um túnel de 48 km e uma estação de tratamento que sozinha entrega água para milhões de pessoas. Entenda por que tudo em São Paulo gira em torno da Cantareira.

A história do abastecimento de água em São Paulo, das bicas do centro à construção do Sistema Cantareira e à transposição do Jaguari.

Da bica do Anhangabaú à Cantareira: a história da água em São Paulo

São Paulo começou bebendo de riachos que hoje correm debaixo do asfalto. Em menos de dois séculos, a cidade teve que ir buscar água cada vez mais longe. Esta é a história dessa corrida.

Por que São Paulo enfrenta escassez de água mesmo com chuva abundante: onde a chuva cai, a diferença entre chover na cidade e chover na represa e o peso da população.

Por que falta água em São Paulo se chove tanto?

Chove mais em São Paulo do que em Londres. Ainda assim, a cidade já viveu racionamento. A resposta está em três coisas: onde chove, quando chove e quanta gente divide a mesma água.

Os sete sistemas que abastecem a Grande São Paulo, quais bairros e cidades cada um atende e o caminho que a água faz da represa até a torneira.

De onde vem a água que chega à sua torneira em São Paulo

A água que você usa hoje de manhã saiu de uma represa que pode estar a 100 km de casa. Sete sistemas, 22 represas e alguns milhares de quilômetros de tubulação depois, ela chega. Veja o caminho completo.

Em 15 de maio de 2014, depois de vários dias de queda no nível da água, o Sistema Cantareira chegou a apenas 8,2%, o que correspondia a cerca de 80,5 milhões de m³ de água.

Sistema Cantareira - Um ano depois do volume morto

Um ano depois do início do uso do volume morto no Sistema Cantareira, o que mudou no nível de água e nas medidas da Sabesp.

Este site é independente e não tem nenhuma relação com a Sabesp.

Notícias · Sobre o projeto · Perguntas frequentes · Contato · Política de Privacidade

Dúvida, correção ou sugestão? Fale com a gente.