Equipe Nível Água

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Quem cuida do site e dos dados

Somos a equipe que mantém o Nível Água São Paulo no ar desde a crise de 2014, publicando todos os dias o nível dos sete sistemas que abastecem a Grande São Paulo.

O Nível Água São Paulo nasceu em 2014, no meio da pior crise hídrica que a Grande São Paulo já viveu. Naquele ano, acompanhar o nível da Cantareira virou rotina para muita gente, e a informação estava espalhada em boletins difíceis de ler. A ideia foi simples: pegar os números que a Sabesp publica todos os dias e mostrar de um jeito que qualquer pessoa entenda, com gráfico, histórico e comparação entre os sistemas.

Desde então o site é atualizado diariamente, de forma automática, a partir dos boletins de mananciais da Sabesp. Guardamos a série histórica de cada sistema e de cada represa, o que permite comparar o nível de hoje com o de ontem, com o do mês passado e com o mesmo período de anos anteriores. É esse acervo que sustenta os textos publicados aqui.

Não somos jornal, não vendemos água e não temos nenhuma relação com a Sabesp nem com o governo do estado. Quando escrevemos sobre uma decisão de outorga, sobre a transposição do Jaguari ou sobre o volume morto, a intenção é explicar o que aquilo muda na conta de quem abre a torneira em casa.

Erro, número estranho, sugestão de assunto: escreva para a gente. Corrigimos rápido e damos crédito a quem avisou.


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Fechar a torneira ao escovar os dentes ajuda, mas está longe de ser o principal. Fizemos as contas de onde a água realmente vai numa casa paulistana e do que muda de verdade na conta.

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A água que se perde antes de chegar em casa

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Índice 1, Índice 2 e Índice 3: qual número olhar na Cantareira

A mesma represa pode aparecer com 60%, 46% ou 30% no mesmo dia, dependendo da conta. Nenhum dos números está errado. Veja o que cada um mede e qual deles serve para comparar.

Retrospectiva da crise hídrica de 2014 e 2015 em São Paulo: o volume morto, o bônus na conta, a redução de pressão e as lições que ficaram.

A crise de 2014: o ano em que São Paulo viu o fundo da represa

Em 2014 a Cantareira chegou a 8,2% e a Sabesp começou a bombear o volume morto. Dez anos depois, vale relembrar o que aconteceu, o que funcionou e o que ficou por fazer.

Este site é independente e não tem nenhuma relação com a Sabesp.

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